Na Índia, são ensinadas as "Quatro Leis de Espiritualidade"
A primeira diz:
"A pessoa que vem é a pessoa certa"
Significando que ninguém entra em nossas vidas por acaso, todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, há algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.
A segunda lei diz:
"O que aconteceu? A única coisa que poderia ter acontecido”
Nada, nada, absolutamente nada que nos acontece em nossas vidas poderiam ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa ..., aconteceu que um outro ...". Não! O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e aconteceu para nós aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.
O terceiro diz:
"Toda vez que você iniciar é o momento certo"
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que a coisas acontecem.
E o quarto e último:
"Quando algo termina, ele termina"
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução, por isso é melhor sair, ir em frente e seguir em frente e se enriqueceram a experiência.
Viver bem o amor com toda a tua alma é ser extremamente feliz!
segunda-feira, maio 17, 2010
sexta-feira, julho 10, 2009
Como amo seus olhos minha amiga e a chama radiante que nele dança,
Quando por um instante fugas eles se erguem e teu olhar voa célebre como um relâmpago no céu.
Como amo seus olhos minha amiga!
Mas há um encanto mais poderosos ainda quando eles estão voltados para o chão
No momento de um beijo apaixonado.
Quando brilha entre as pálpebras baixas a sombria...
A obscura chama do desejo.
Paulo Olivie
Quando por um instante fugas eles se erguem e teu olhar voa célebre como um relâmpago no céu.
Como amo seus olhos minha amiga!
Mas há um encanto mais poderosos ainda quando eles estão voltados para o chão
No momento de um beijo apaixonado.
Quando brilha entre as pálpebras baixas a sombria...
A obscura chama do desejo.
Paulo Olivie
Perfeito para um dia cinza de chuva como hoje, saudades e melancolia:
"Ontem passei na galeria e comprei seu quadro de volta. Não era justo. Não é você que está naquela tela.
Não sei exatamente o que está errado, fiquei horas olhando para cada pedacinho do seu retrato e não te encontrei. Seus olhos estão lá, mas ao mesmo tempo não são seus olhos que eu vejo.
Seus braços estão e não estão lá. Seu corpo, as cores, tudo está certinho. Mas ainda não é você.
Acho que de tanto te ver parei de te olhar direito.
Agora que você está longe, me lembro de cada fio de cabelo, de cada brilho.
E de repente imagens suas aparecem no rosto de outras mulheres.
Foi ai que resolvi tirar seu quadro da galeria e refazê-lo sem você. Chamei outra modelo.
Vejo seus olhos pretos, inescrutáveis. Olhos de corvo. Aqueles olhos que de repente se abrem, infinitos, ou os olhos que transbordam toda a melancolia do mundo numa única lágrima, solta no tempo. Naquela boca, vejo a sua, pequena, um risquinho sumindo na palidez do seu rosto.
Vejo os dentes que rasgam o ar de tanto falar, ou os lábios que você puxa um pouquinho para o lado, quando está tentando mentir pra mim. Olhos para as mãos dela e só consigo ver as suas. Mãos leves, que dançam suspensas no ar, e que de repente ficam fortes, capazes de estrangular um passarinho sem que ele solte um gemido.
Olhos os cabelos dela e sei exatamente como são os seus.
Vejo o seu corpo no corpo dela. Vejo o seu jeito no jeito dela.
Olhando para ela, sinto sua falta, sinto sua ausência.
É como se a vida inteira eu estivesse ocupado em te esquecer.
E agora, conforme vou me lembrando, é que estou realmente conhecendo você.
O outono está chegando. Vou deixar a porta aberta para quando você resolver voltar."
Paulo Olivier
"Ontem passei na galeria e comprei seu quadro de volta. Não era justo. Não é você que está naquela tela.
Não sei exatamente o que está errado, fiquei horas olhando para cada pedacinho do seu retrato e não te encontrei. Seus olhos estão lá, mas ao mesmo tempo não são seus olhos que eu vejo.
Seus braços estão e não estão lá. Seu corpo, as cores, tudo está certinho. Mas ainda não é você.
Acho que de tanto te ver parei de te olhar direito.
Agora que você está longe, me lembro de cada fio de cabelo, de cada brilho.
E de repente imagens suas aparecem no rosto de outras mulheres.
Foi ai que resolvi tirar seu quadro da galeria e refazê-lo sem você. Chamei outra modelo.
Vejo seus olhos pretos, inescrutáveis. Olhos de corvo. Aqueles olhos que de repente se abrem, infinitos, ou os olhos que transbordam toda a melancolia do mundo numa única lágrima, solta no tempo. Naquela boca, vejo a sua, pequena, um risquinho sumindo na palidez do seu rosto.
Vejo os dentes que rasgam o ar de tanto falar, ou os lábios que você puxa um pouquinho para o lado, quando está tentando mentir pra mim. Olhos para as mãos dela e só consigo ver as suas. Mãos leves, que dançam suspensas no ar, e que de repente ficam fortes, capazes de estrangular um passarinho sem que ele solte um gemido.
Olhos os cabelos dela e sei exatamente como são os seus.
Vejo o seu corpo no corpo dela. Vejo o seu jeito no jeito dela.
Olhando para ela, sinto sua falta, sinto sua ausência.
É como se a vida inteira eu estivesse ocupado em te esquecer.
E agora, conforme vou me lembrando, é que estou realmente conhecendo você.
O outono está chegando. Vou deixar a porta aberta para quando você resolver voltar."
Paulo Olivier
quinta-feira, maio 14, 2009
Couldn´t write my blues in another language than English...
White tears in silence
A gasp squeezed in the troath
Wanna breath and the air can´t enter
The feeling of never getting enough
Of life, you, or anything else
At the same time guilt for being there
Standing in silence
Should I shout?
Should I cry?
Endless thoughts inside my head
That keep spinning and spinning till I just can´t think anymore
That´s time to sleep
So long for now…
White tears in silence
A gasp squeezed in the troath
Wanna breath and the air can´t enter
The feeling of never getting enough
Of life, you, or anything else
At the same time guilt for being there
Standing in silence
Should I shout?
Should I cry?
Endless thoughts inside my head
That keep spinning and spinning till I just can´t think anymore
That´s time to sleep
So long for now…
terça-feira, setembro 30, 2008
Florecer com a Primavera
Equilibrar. Esse é o primeiro e mais importante mandamento nesses dias de fúria. É fácil? Não, não mesmo. É o maior dos desafios.
Na minha longa vivência das coisas espirituais, pude, com notável freqüência, perceber como tudo conspira - a realidade bruta, os acontecimentos imprevisíveis, os detalhes incontroláveis das coisas humanas, a explosiva heterogeneidade das pessoas.
Por todos os lados, no orçamento, antagonismos profissionais, amor, questões de família, saúde, a brecha está sempre pronta a se abrir e, por ela, nosso almejado e cultivado equilíbrio vai por água abaixo. É desesperador, mas ficar desesperado não leva a nada produtivo.
Passo inicial é perceber que a baliza a orientar nossas trajetórias deve ser, sempre, a da modéstia e da humildade. Após entender essa demanda inicial, compreender: equilibrar é lição que constantemente exige repetição, uma repetição que deixe a inteligência de prontidão, bem treinada e vigilante. Equilibrar na meninice, na adolescência, na maturidade, depois e sempre. Equilibrar em presença dos problemas, dos empecilhos, dúvidas, hesitações, angústias, perplexidades. Equilibrar quando for derrotado - pois nenhum estrago é definitivo, frente às aptidões de motivação e superação que carregamos - e, mais difícil, equilibrar também nas vitórias, pequenas ou grandes, já que quase sempre são provisórias.
Se a vida foge ao controle, se ela degringola mais e mais, se o sentido dela escapa e nos deixa atônitos, mais é urgente fazer o elogio do equilíbrio, pôr em prática a prudência, fortalecer a constância e desenvolver a serenidade em cada momento, obstáculo superado, barreira transposta, embaraço, impedimento, estorvo.
Assim, o sábio opta pelo trajeto virtuoso, sem exageros de prepotência ou de submissão. Ele desenvolve, progressivamente, sua capacidade de controle e tolerância diante das injúrias oriundas da fortuna: suportando, altivo, injustiças, incômodos, fraudes e passionalidades. Para tudo isso, sabe bem o homem elevado, é preciso imensa paciência e capacitada construção do equilíbrio.
O modelo que nos serve de referência, infelizmente, valoriza demasiado a competição e a vitória. Promove, insistentemente, o acúmulo do excessivo em detrimento do equilíbrio coerente. Não é de se estranhar que encontremos por aí tanta contrariedade e conflito, impedindo ou, pelo menos, dificultando muito o crescimento psicológico e espiritual dos indivíduos.
Nesses dias de entrada da primavera - a mais bonita e menos cruel das estações -, vamos olhar para isso tudo com carinho e, pelas manhãs agradáveis que logo desfrutaremos, buscar algo tão fundamental, simples e trabalhoso ao mesmo tempo: equilibrar.
Marina Gold/Especial para o Terra
Na minha longa vivência das coisas espirituais, pude, com notável freqüência, perceber como tudo conspira - a realidade bruta, os acontecimentos imprevisíveis, os detalhes incontroláveis das coisas humanas, a explosiva heterogeneidade das pessoas.
Por todos os lados, no orçamento, antagonismos profissionais, amor, questões de família, saúde, a brecha está sempre pronta a se abrir e, por ela, nosso almejado e cultivado equilíbrio vai por água abaixo. É desesperador, mas ficar desesperado não leva a nada produtivo.
Passo inicial é perceber que a baliza a orientar nossas trajetórias deve ser, sempre, a da modéstia e da humildade. Após entender essa demanda inicial, compreender: equilibrar é lição que constantemente exige repetição, uma repetição que deixe a inteligência de prontidão, bem treinada e vigilante. Equilibrar na meninice, na adolescência, na maturidade, depois e sempre. Equilibrar em presença dos problemas, dos empecilhos, dúvidas, hesitações, angústias, perplexidades. Equilibrar quando for derrotado - pois nenhum estrago é definitivo, frente às aptidões de motivação e superação que carregamos - e, mais difícil, equilibrar também nas vitórias, pequenas ou grandes, já que quase sempre são provisórias.
Se a vida foge ao controle, se ela degringola mais e mais, se o sentido dela escapa e nos deixa atônitos, mais é urgente fazer o elogio do equilíbrio, pôr em prática a prudência, fortalecer a constância e desenvolver a serenidade em cada momento, obstáculo superado, barreira transposta, embaraço, impedimento, estorvo.
Assim, o sábio opta pelo trajeto virtuoso, sem exageros de prepotência ou de submissão. Ele desenvolve, progressivamente, sua capacidade de controle e tolerância diante das injúrias oriundas da fortuna: suportando, altivo, injustiças, incômodos, fraudes e passionalidades. Para tudo isso, sabe bem o homem elevado, é preciso imensa paciência e capacitada construção do equilíbrio.
O modelo que nos serve de referência, infelizmente, valoriza demasiado a competição e a vitória. Promove, insistentemente, o acúmulo do excessivo em detrimento do equilíbrio coerente. Não é de se estranhar que encontremos por aí tanta contrariedade e conflito, impedindo ou, pelo menos, dificultando muito o crescimento psicológico e espiritual dos indivíduos.
Nesses dias de entrada da primavera - a mais bonita e menos cruel das estações -, vamos olhar para isso tudo com carinho e, pelas manhãs agradáveis que logo desfrutaremos, buscar algo tão fundamental, simples e trabalhoso ao mesmo tempo: equilibrar.
Marina Gold/Especial para o Terra
quarta-feira, setembro 10, 2008
LUTO
O pranto do outro nos tira do eixo e faz pensar no quão pequeno é o nosso dia-a-dia... as questões que há segundos nos eram tão importantes agora desaparecem.
O luto de duas crianças, agora sem mãe, me fizeram pensar que a dor sempre pode ser maior que aquela que carregamos...
Paz e luz prá vocês pequenos...
O luto de duas crianças, agora sem mãe, me fizeram pensar que a dor sempre pode ser maior que aquela que carregamos...
Paz e luz prá vocês pequenos...
domingo, março 23, 2008
São Paulo cidade profusa, com suas imagens variadas
Cores e aromas diversos esbanjam poesia em meio ao concreto
de um pedaço infinito de Avenida Paulista a tapioca que pula ao lado do executivo engravatado e uma charutaria de grife com seus frequentadores moderninhos...
Paradoxo de imagens servidas à rodo diariamente para quem convier
Cores e aromas diversos esbanjam poesia em meio ao concreto
de um pedaço infinito de Avenida Paulista a tapioca que pula ao lado do executivo engravatado e uma charutaria de grife com seus frequentadores moderninhos...
Paradoxo de imagens servidas à rodo diariamente para quem convier
quinta-feira, março 06, 2008
Vem-me com carinhos e flores... corro com outro na calada da noite, sem saber onde nem por que responder o porque que tanto queres
Em um dia relapso avisa-me como um raio que nada mais impede o que tantas vezes foi reprimido e quase presenciado. E sai puto, atrás de um gelado escudo, para palavras ditas assim, de sopetão, quase arrancados de minhas entranhas por provocações e indagações que fazes como ninguém.. que atingem em cheio e me quebram as pernas, como tantas outras
Entre um lado e outro não sabemos o que é ou deixa de ser
Sabemos?
Em um dia relapso avisa-me como um raio que nada mais impede o que tantas vezes foi reprimido e quase presenciado. E sai puto, atrás de um gelado escudo, para palavras ditas assim, de sopetão, quase arrancados de minhas entranhas por provocações e indagações que fazes como ninguém.. que atingem em cheio e me quebram as pernas, como tantas outras
Entre um lado e outro não sabemos o que é ou deixa de ser
Sabemos?
Assinar:
Postagens (Atom)