quinta-feira, março 17, 2005

Muso

E sentiu...
O que nunca ousaria
O outro lhe inspirava
Também a reprimia
E nada desse mundo fechava esse ciclo
Seu tudo lhe atraía
Corpo, mente e alma
Do corpo o mais óbvio, a atração explícita jorrando ao dissabor de noites confusas entre um gole e outro;
Da mente diálogos perpétuos entre dois que não cessam o pensar, discussão e reflexão num misto de amor e ódio;
E da alma... ahhh a alma, essa era a grande questão - não sabiam como, nem porque ou quando, apenas existia.
Desse vício rasgado, do desejo negado, que dói prá nascer, um manifesto daquela hora que vivia
foi assim que escrevi meu primeiro texto para você, por você inspirada, meu muso!
E se abriu...

Nenhum comentário: