sexta-feira, junho 03, 2005

Lágrimas escorrem no rosto ainda pintado
Custam tanto a sair, tamanha a carapaça
Orgulho enrustido, dor que não passa
Carinho perdido a caminho de casa
Não era paixão que consome a carne
Suaves carícias, o dormir abraçado
As mãos que se buscam no escuro do quarto
A voz no ouvido, um beijo macio, sua mão no meu rosto
Tudo de bom que não dá valor, mas faz falta
Mais do que o ar que me enche agora os pulmões

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