Uma jornada
Que antes mesmo de começar teve seu fim
Por barreiras que nós mesmos impomos
O que é frágil desmancha no ar
Hoje, da boca trêmula saem palavras turvas
Muito bem pensadas, mas que saem de sopetão, confusas, em uma maré de desassossego
Cansei de pedir seu colo
Contentar-me com migalhas de afeto
Um dia um sim, no outro um não
Não consigo aceitar só isso
Preciso de mais
Esperar cansa
Do fim um recomeço
O broto de uma amizade, a ser regado com carinho
Uma borboleta sairá desse casulo, mais colorida e brilhante
segunda-feira, agosto 30, 2004
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