Paro a olhar as fotos da Clarinha...
uma sensação de plenitude me domina, me sinto completa e feliz por ela existir em minha vida.
Por mais que seja desgastante, a experiência da maternidade é algo indescritível, maravilhosa e complexa, como poucas que já vivenciei.
Nós pais temos um enorme poder nas mãos, de criar o caráter de alguém. Pode-se facilmente estragar a vida de alguém em sua infância, basta negligenciar a atenção necessária, e resultar em pessoas traumatizadas, mimadas ou sem preparo para a vida adulta.
Quanto a mim, amo muito minha filha, mas nunca exitarei em dizer um não necessário, mesmo que isto me doa muito. Afinal, como já dizia meu querido Che "Temos que nos endurecer, mas sem nunca perder a ternura".
Junto com ela aprendo muito sobre mim e meus próprios pais, ao passar por situações que fizeram parte da minha vida como filha e hoje como mãe.
“Mãe é amor materno, é a minha vivência e o meu segredo. O que mais podemos dizer daquele ser humano a que se deu o nome de mãe, sem cair no exagero, na insuficiência ou na inadequação e mentira – poderíamos dizer – portadora casual da vivência que encerra ela mesma e a mim, toda humanidade e até mesmo toda criatura viva, que é e desaparece, da vivência da vida de que somos os filhos?”
C.G. JUNG
segunda-feira, agosto 23, 2004
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