sexta-feira, novembro 26, 2004

um coração que sente tudo o tempo inteiro, se perde de tanto sentir
confuso como pode ser, ter tudo e nada ao mesmo tempo
sofrendo com cada ação, vibrando com uma frase solta no ar
Vive sem saber quem ama de verdade, se ele ou o outro
ou aquele de antes
ou o que virá depois
Num emaranhado de gostar, vai se embolando em palavras doces,
proferidas sem o mínimo senso... machuca quem está em volta...
assim como já foi magoado
Coração danado prega cada peça
Brinca de querer-te
De não querer
Cada hora aponta para um bem, escolhe o menos provável
para sua amiga razão
Sei lá o que te dá
Ou o que me dá, não?
Se é meu, só meu...

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