Lágrimas de ódio
Há tempos reprimidas
Explodem em choro contido
Permeado pelo mundo das aparências
Um vazio que embrulha o estômago
Me tira o fôlego e me faz perder a paz que reinava
até o momento no meu dia
Ódio visceral
Irracional
Assim como meu cinismo e sua arrogância
Erramos, mal colocadas foram as palavras
E você encherga? Nada!
Nunca há erro na sua vida não é?
Pois bem, tranque-se em sua vida amarga
Ao longo desta estrada, há de cair muito até aprender
Não sou eu quem vou lhe fazer mudar
Só você é quem pode
Te amo muito, mas não sei mais como fazer
Desgastada e exausta, jogo a toalha
Cuide-se bem querida amiga
Adeus
quinta-feira, setembro 16, 2004
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