Fantasma sombrio
Em noite quente
Vulto de gente
Efêmero como um suspiro
Falso calor, não passa de corrente
Livre, solto, nada prende
Na noite enluarada reina absoluto
O espectro do presente
Noite cálida, corpo gélido
Nas unhas gastas a cor de sangue tinge o branco
Luz amarela, ao bater nas coxas, revela toda a vontade que arde no fundo
Respirando como quem se banha em sensualidade
O suor lhe escorre...
quinta-feira, setembro 09, 2004
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